O 33º Festival de Arte da Cidade de Porto Alegre inicia em 28 de junho com exposições, performances, oficinas e ação no cinema.

Artistas como Nuno Ramos, Natalia Schul, os coletivos Nosotras Proponemos e Mulheres Nos Acervos trazem história e contemporaneidade ao festival.

O 33º Festival de Arte da Cidade de Porto Alegre prevê realizar uma vivência das artes visuais através de ações colaborativas e formativas em nossa cidade. O tema do Festival vem ao encontro do tema da 12ª Bienal do Mercosul, que será realizada em 2020, e trata do universo feminino e as relações entre arte, feminismo e emancipação. O projeto propõe atividades durante onze dias com realização de oficinas, bate-papos, exposições, performances, ação no cinema e recebe três artistas argentinas como residentes.  O Festival terá abertura dia 28 de junho, sexta-feira, com as mostras Artistas mulheres: territórios expandidos e Natalia Schul – Descaber, ambas na Pinacoteca Aldo Locatelli.

O eixo da programação é a valorização a partir do gênero feminino, entendido de forma ampla. Trata-se de desdobrar campos de conhecimento que entrelaçam poéticas, ativismos da imagem e do corpo que serão vivenciados no campo da arte e da cultura e inclui as iniciativas das artistas residentes desta edição do Festival, Cristina Schiavi, Lena Szankay e Maria Rosa Andreotti – que fazem parte da Assembleia Permanente de Trabalhadoras da Arte  Nosotras Proponemos. As artistas farão exposição, oficina, bate-papo e uma ação na cidade de Porto Alegre. Já o projeto “Mulheres nas artes: feminismo, narrativas e invenções de si”,  coordenado por Anelise Valls, propõe um reflexão sobre o tema reunindo artistas e pesquisadoras para palestras e oficinas com o público. As exposições: Artistas mulheres: territórios expandidos,  Natalia Schul – Descaber e Claudia Paim: corpopaisagem, apresentam, respectivamente, uma pesquisa sobre a presença de artistas mulheres no acervo da Pinacoteca Aldo Locatelli, expõe a obra da artista Natalia Schull de forma a contribuir para o início de uma revisão histórica da representatividade feminina na arte local e homenageia a artista visual e professora Claudia Paim – falecida em 2018.

As oficinas, ações e palestras também tocarão nos temas que são carros-chefe da programação permanente do Atelier Livre Xico Stockinger, que em 2020 completará 60 anos, com atividades relacionadas à cerâmica, à gravura e à pintura,

Encerrando esta edição do Festival, O CINEMA AO VIVO do artista Nuno Ramos (SP) propõe um projeto que parte de um paradoxo – unir o elemento teatral à fantasmagoria fílmica, dando presença cênica a atriz Helena Ignez no filme “Copacabana Mon Amour” (1970), de Rogério Sganzerla, unindo-os diante do público. Assim, a atriz, durante 24h, irá conviver com a produção em que estrelou. Sua própria existência desloca todo o sentido do filme, atualizando e abrindo o que tinha se tornado definitivo na edição do filme. O público assistirá assim a um filme “acompanhado” por seu protagonista, observando aquele produto de luz e som fundido paradoxalmente à cena ao vivo.

Confira a programação:

EXPOSIÇÕES

28/junho

Artistas Mulheres: territórios expandidos

18h30

Abertura das exposições na Pinacoteca Aldo Locatelli

O grupo de pesquisa Mulheres Nos Acervos apresenta, na Pinacoteca Aldo Locatelli, a exposição Artistas mulheres: territórios expandidos. A mostra coletiva é composta por cerca de 30 trabalhos que ressaltam o caráter multimídia da produção das 181 artistas presentes na coleção da Pinacoteca Aldo Locatelli, e é um dos desdobramentos da pesquisa que quantificou a presença de artistas mulheres nos cinco acervos públicos de arte de Porto Alegre. Os dados coletados pela pesquisa serão divulgados dentro da exposição e um programa educativo com falas abertas e mediações ao público será lançado na abertura.

Curadoria: grupo de pesquisa Mulheres Nos Acervos. Trata-se de uma pesquisa colaborativa que consiste na coleta, análise e aprofundamento de dados sobre a presença de trabalhos artísticos de autoria feminina nas coleções públicas de arte da cidade de Porto Alegre. A iniciativa foi criada pelas estudantes de história da arte Cristina Barros, Marina Roncatto, Mel Ferrari e Nina Sanmartin.

Serviço:

Onde: Pinacoteca Aldo Locatelli

Paço Municipal – Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre

Abertura: 28 de junho 18h30

Visitação: 01 de julho a 27 de setembro de segunda a sexta

Horário: das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30

Natalia Schul – Descaber

18h30.

Abertura exposição Paço Municipal – Sala da Fonte

Descaber, exposição individual de Natalia Schul com curadoria de Camila Schenkel, apresenta fotografias e vídeos que tratam da relação entre o corpo e o espaço em ações feitas para a câmera. Produzidos entre 2015 e 2018, os trabalhos constituem-se a partir de jogos de encaixe do corpo da artista em móveis e objetos ou pela exploração de movimentos que parecem sem cabimento. O corpo no lugar e o lugar do corpo.

Serviço:

Onde: Pinacoteca Aldo Locatelli

Paço Municipal – Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre

Abertura: 28 de junho 18h30

Visitação: 01 de julho a 19 de julho de segunda a sexta

Horário: das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30

29/junho    

14h

Abertura exposição Pinacoteca Ruben Berta

Claudia Paim: corpopaisagem

A exposição em homenagem à artista visual e professora Claudia Paim – falecida em 2018 – abre uma janela para o universo poético de sua obra ao se debruçar sobre a sua principal pesquisa em torno do corpo e da paisagem, a qual desenvolveu através de diferentes meios como a performance, a fotografia, o vídeo, o som e o texto. Essa exposição também possibilita o acesso do público à uma amostragem de sua intensa produção artística que pouco foi mostrada em Porto Alegre.  Com curadoria de Dione Veiga Vieira, Elaine Tedesco e Marion Velasco.

Serviço:

Onde: Pinacoteca Ruben Berta

Rua Duque de Caxias, 973  – Centro Histórico – Porto Alegre

Abertura: 29 de junho 11h

Visitação: 01 de julho a 24 de agosto de  segunda a sexta

Horário: das 10h às 18h00 (último acesso às 17h30)

30/junho

CINEMA – Zoravia, o filme (sessão comentada com Roger Lerina, Zoravia Bettiol e Henrique de Freitas Lima)

20h00.

Sessão do filme Zoravia, de Henrique Freitas de Lima.

Cinemateca Capitólio Petrobrás

Documentário de longa metragem de Henrique de Freitas Lima, dedicado à artista visual Zoravia Bettiol. O filme integra a Série Grandes Mestres, que iniciou com a exibição em 2012 de Danubio, que teve o pintor e gravador Danubio Gonçalves (1925) como homenageado. Zoravia foi filmado em Porto Alegre e São Paulo, cidades em que a artista desenvolveu suas atividades ao longo de uma vida dedicada às artes visuais e militância por causas relacionadas à cultura, meio ambiente e direitos humanos.

Participam do filme muitos nomes conhecidos das artes plásticas brasileiras, como o crítico de arte Jacob Klintowitz e a gravadora Maria Bonomi, e uma legião de gaúchos, todos vinculados a trajetória da homenageada. Desfilam na tela nomes que já nos deixaram, como a socióloga Lícia Peres e o diretor e dramaturgo Ronald Radde, e artistas em plena atividade como André Venzon, Maria Ines Rodrigues e Rosane Morais.

Ficha Técnica

52 minutos, formato HD

Produzido, Escrito e Dirigido por Henrique de Freitas Lima

Fotografia e Câmera: Eduardo Amorim

Pesquisa e Assistente de Direção: Luzia Rodeghiero

Montagem: Eduardo Amorim e Fabio Lobanowski

Música: Sérgio Rojas

Edição de Som: Kiko Ferraz

Finalização: Daniel Dode

Coordenação Administrativa: Carmem Curval

Divulgação: Bebe Baumgartem

Realização da Cinematográfica Pampeana

Com apoio do SESC RS , RBS TV e TVE RS

Projeto financiado pelo FUMPROARTE da Prefeitura de Porto Alegre

Serviço:

Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico, Porto Alegre

Ingressos: R$ 16,00 inteira / R$ 8,00 meia / (no local)

01 a 03 /julho – segunda-feira, terça-feira e quarta-feira

Inscrições com valor de R$ 10,00 por atividade.

[MULHERES NAS ARTES: FEMINISMOS, NARRATIVAS E INVENÇÕES DE SI]
Esse programa, elaborado por Anelise Valls, propõe uma reflexão, a partir do tema desta edição do Festival e através da realização de palestras e oficinas, sobre a forma como a história da arte estuda e narra a presença e a prática artística de mulheres nas épocas moderna e contemporânea. O programa questionará a invisibilidade de suas atuações, bem como suas subversões ao cânone tradicional da arte e seus rompimentos com uma historiografia hegemônica.

Além disso, estão previstas oficinas de escrita, aquarela e bordado com profissionais que atuam em áreas que abordam questões de raça, etnia, orientação sexual e os múltiplos feminismos e suas pautas na contemporaneidade.

OFICINA – Bordado em fotografia: poéticas negras, memória e liberdade [Miti Mendoça]

01 de julho, 14h às 17h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

O Feminismo Negro é um movimento protagonizado por mulheres negras, que coloca em pauta, além do gênero, questões raciais e sociais. O enfrentamento de violências define a construção de autoestima, do afeto e do empoderamento de mulheres negras, que sofrem três formas de opressão: o racismo, o machismo e o preconceito de classe. A oficina abordará a história do Feminismo Negro, a partir do pensamento de intelectuais negras que colaboram para a concepção da vertente, como Djamila Ribeiro, Bell Hooks, Audre Lorde, Kimberly Cranshaw e Lélia Gonzalez.

Como proposta prática, usufruirá do bordado em fotografia. A artista visual independente e escritora Mitti Mendonça contará sua trajetória e compartilhará fotografias de mulheres negras de sua família, como forma de conexão entre gerações, preciosidades ancestrais. E cada participante ficará livre para realizar intervenções nas fotos, através de palavras, desenhos, padronagens. Serão ensinados pontos básicos de bordado livre. Não é necessário conhecimento prévio em bordado ou costura.

PALESTRA – Arte e feminismo negro [Izis Abreu] e Considerações sobre artistas lésbicas e suas produções [Lívia Auler]

01 de julho, 19h às 22h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

A primeira parte da noite contará com a comunicação de Izis Abreu que visa estabelecer diálogos entre questões do feminismo negro e uma obra específica da artista Maria Lídia Magliani. A partir daí, reflete sobre os diferentes feminismos abordando obras de importantes intelectuais como Bell Hooks, Ângela Davis, Sueli Carneiro, Djamila Ribeiro entre outros nomes do pensamento feminista interseccional.

A segunda parte da noite terá a comunicação de Lívia Auler que abordará artistas lésbicas que foram marginalizadas nas narrativas tradicionais da história da arte. Serão feitas, primeiramente, algumas considerações sobre a exclusão das artistas mulheres na historiografia das artes visuais e, em seguida, serão apresentadas algumas teóricas lésbicas que falam sobre a posição da mulher lésbica em uma sociedade heteronormativa e patriarcal – o que nos leva a uma compreensão sobre a dupla invisibilidade da artista lésbica. No segundo momento, serão apresentadas diversas artistas modernas e contemporâneas que direcionaram as suas vidas e suas obras para as questões da lesbianidade.

OFICINA – Modos de narrar: partilha [Natalia Borges Polesso]

02 de julho, 14h às 17h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Oficina de escrita criativa. O processo de escrita começa no silêncio, na partilha do olhar, no que se pode reconhecer primeiro dentro e só depois na palavra. Narrar não é ato solitário, narrar é coletivo. Como podemos contar e compartilhar nossas histórias? Essa é nossa pergunta-guia.

OFICINA – Pintura: cartografias do corpo feminino [Lilian Maus]

02 de julho, 19h às 22h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Exercícios práticos de aquarela e guache criando uma cartografia do corpo feminino a partir de referências da história da arte. (Inscrição para esta oficina não inclui materiais individuais para trabalho em aquarela e guache).

PALESTRA – Mulheres à esquerda do Sena: revolvendo margens, redescobrindo histórias [Daniela Kern e Thiane Nunes]

03 de julho, 14h às 17h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Thiane Nunes abordará o estudo que olha tanto para a história quanto para a produção da arte moderna, que encontra-se extremamente marcado pelas intersecções da vida e da arte, pela encruzilhada da memória e da história, dos mitos e das biografias. Serão tratadas as diversas produções de mulheres – que foram escritoras, editoras, pintoras, fotógrafas, atrizes e cantoras – e o seu menor brilho quando comparado à rememoração da produção de artistas homens, propiciando descobertas na perspectiva de um estudo maior sobre a misoginia que herdamos e que também foi marcadamente presente entre os círculos artísticos e culturais ocidentais entre 1900 e 1940. Essas mulheres traçaram experiências que eram significativamente diferentes das de seus maridos, irmãos e colegas modernistas do sexo masculino. Assim, se abordará os rastros e as histórias pouco lembradas das comunidades de mulheres artistas que viveram na Rive Gauche, como chamamos, em Paris, a metade sul da cidade, em relação ao curso do rio Sena, em oposição à margem direita – a Rive Droite.

Daniela Kern tratará sobre a outra metade da vanguarda revisitada: artistas modernas em uma historiografia global da arte. Em 1980 a historiadora da arte italiana Lea Vergine organizou uma grande exposição, da qual resulta um livro fundador, A outra metade da vanguarda 1910-1940Pintoras e escultoras nos movimentos de vanguarda histórica, em que faz um intensivo levantamento de artistas mulheres que participaram das vanguardas europeias e ficaram de fora da historiografia da arte oficial. É nosso propósito aqui apresentar e analisar parte do cânone feminino proposto por Vergine, à luz da atual voga da historiografia global da arte, que implica o acréscimo de artistas de outros quadrantes, como as da América Latina, que privilegiaremos.

PALESTRA – Abordagens contemporâneas da arte feminista [Anelise Valls e Paula Trusz]

03 de julho, 19h às 22h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Anelise Valls e Paula Trusz propõem abordar perspectivas e textos sobre as relações entre história da arte e feminismos. A partir desta abordagem, revisitando as bases do que se conhece como historiografia feminista da arte, serão analisados textos e produções artísticas que tratam da história feminista da arte e seus desdobramentos. Com enfoque na história da disciplinarização da história da arte feminista, bem como na história das meta-narrativas da história da arte feminista (periodização, cânones, evolução de estilos).

ARTISTAS RESIDENTES

Nosotras Proponemos

Nosotras Proponemos, Assembléia Permanente de Trabalhadoras de Arte na Argentina, une artistas, curadores, pesquisadores, escritores, galeristas, trabalhadores de arte, que subscrevem e levam adiante um compromisso de 37 pontos de práticas feministas. O compromisso com as práticas feministas visa expandir a consciência sobre comportamentos patriarcais e sexistas que dominam o mundo da arte e regulam nossos modos de posicionamento. Este compromisso está identificado, em primeiro lugar, com a exclusão e desvalorização histórica das mulheres artistas, mas suas propostas podem ser assumidas por mulheres, homens ou qualquer outra identidade não-normativa. É proposto como um guia para práticas pessoais e institucionais que nós convidamos a seguir.

Nosotras Proponemos desenvolve, desde 2017, ações em museus, marchas, instituições e regulamentos de concursos artísticos, a fim de mudar a radical ausência de representação de mulheres no mundo da arte na Argentina, em que as artistas não representam mais do que 30%. Essa falta de representação não caracteriza apenas o mundo da arte na Argentina: estende-se internacionalmente aos poderosos centros dos Estados Unidos e Europa, e também é encontrado na Ásia, África e em toda a América Latina, incluindo o Brasil.

Nosso ativismo é territorial quando desenvolvemos ações no mundo da arte e ao mesmo tempo está ligado à agenda transversal do feminismo, quando ativamente participamos da campanha pela legalização do aborto, na luta contra a pobreza, contra os femicídios e a violência contra as mulheres, contra as políticas extrativistas do capital global, ou quando pedimos ativamente por uma greve internacional das mulheres em 8 de março de 2018 e 2019. Como membros do mundo da arte, nós participamos de um horizonte de ativismo global e desenvolvemos ações que dão visibilidade ao extraordinário e silenciado trabalho de mulheres artistas. Nosotras Proponemos desenvolve múltiplas ações (cartazes, intervenções em museus, bandeiras, projeções no espaço urbano e ativismo na cidade) para tornar visível esse apagamento e lançar políticas que permitam o conhecimento da contribuição brilhante das mulheres para o mundo da arte.

Nosotras Prononemos irá realizar, durante o 33º Festival de Arte, ações conjuntas com as artistas de Porto Alegre. Como base da ação, foram selecionadas três artistas gaúchas: Claudia Paim,  Heloisa Schneiders e Maria Magliani. A partir dessas seleção, iniciou-se um processo de identificação das artistas locais e, desta forma, a construção de pontes para ações futuras.

¡Todas para todas!

Programação:

EXPOSIÇÃO: Nosotras Proponemos: artistas argentinas en acción

01 de julho, das 14h às 22h e de 02 a 05 de julho, das 09h às 22h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre – Espaço Alternativo, Sala X

Exposição de bandeiras e posters realizados por Nosotras Proponemos para as marchas feministas e uma seleção de fotos de arquivo.

OFICINA de criação de bandeiras

03 de julho, 14h às 16h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Oficina para criação coletiva de bandeiras, que serão somadas à exposição. O grupo irá trabalhar com pintura sobre tecido para o desenvolvimento conjunto e colaborativo de slogans.

BATE-PAPO – Nosotras Proponemos

03 de julho, 17h30 às 18h30.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Sala Álvaro Moreyra

Conversa com artistas argentinas representando Nosotras Proponemos: Lena Szankay, Maria Rosa Andreotti e Cristina Schiavi.

BATE-PAPO/VIDEOARTE/PALESTRAS

Entrada gratuita mediante inscrição.

02/julho – terça-feira

PALESTRA: Cylene Dallegrave – Conversa com Fernanda Veríssimo sobre primeiros livros impressos na América Latina

19h às 22h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Entre os muitos ofícios e artes praticados nas missões jesuíta-guarani, a impressão é um dos menos conhecidos. Entre 1700 e 1727, oficinas missioneiras imprimiram pelo menos 29 títulos, entre panfletos, livros religiosos e gramáticas. Alguns exemplares desses livros sobreviveram e, ainda que raros, podem ser encontrados ainda hoje em bibliotecas públicas e privadas na América Latina, Estados Unidos e Europa. Estes livros, escritos em grande parte em língua guarani, seguiam as convenções tipográficas da época e, apesar da dificuldade de produção, são exemplo do engenho de jesuítas e indígenas guaranis que criaram prensas e caracteres móveis e imprimiram, longe das cidades coloniais, alguns dos primeiros livros da América do Sul. Além das vinhetas e detalhes ornamentais presentes em quase todos os livros, ao menos um desses títulos, de 1705, apresenta uma série de gravuras baseadas em ilustrações de livros europeus contemporâneos. Vamos conversar sobre a produção tipográfica das missões, mostrando estas gravuras e outros detalhes das ilustrações encontradas nos títulos ainda existentes.

04/julho – quinta-feira

MOSTRA DE VIDEOARTE E BATE-PAPO: Techne Programa de vídeos Medienwekstatt/Berlin

17h30 às 19h30.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Sala Álvaro Moreyra

Techne consiste em um projeto de duas exposições: uma na Pinacoteca Aldo Locatelli, em cartaz até 19/07/2019, em Porto Alegre, e outra na sede do Verein Berliner Künstler, em Berlim, em cartaz até 12/07/2019,  e uma mostra de videoarte.

A mostra tem curadoria da artista alemã Sandra Becker e conta com trabalhos de 11 artistas que realizaram atividades no espaço cultural Medienwekstatt, em Berlim. A projeção com uma hora de duração e será apresentada por Elaine Tedesco e Marina Camargo.

Marina Camargo – Weit von hier

Manuela Johanna Covini – A Short Lecture

Tatjana Preuss – DER GLANZ DER SONNE

Bettina Rave – painting

Maria Korporal – LIFE-X-CHANGE

Stephanie Hanna – What matters

Kea Maria Pantel – IKARA Hoch.Hin.Aus

Lioba von den Driesch – Gate X

Silvia Amancei / Bogdan Armanu – Life of a tree

Antoanetta Marinov – Da Mamma

Michael S. Ruscheinsky – Paritas

05/julho – sexta-feira

PALESTRA – Rogério Pessoa – A Cerâmica e a Relação com outros elementos

14h às 17h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Esta atividade tem como objetivo discutir como a cerâmica poderá ter diálogo com outros elementos sem que os mesmos sejam um cubo ou prateleira, mas sim o pensar escultórico a partir destas combinações como uma peça única, tendo a visualização do suporte como parte integrante da escultura. Além disso, o palestrante fará um registro pessoal da experiência de ter realizado intervenções urbanas de grande escala em áreas externas.

AÇÃO: Rikardo Dias – Deixando a sua marca

14h às 17h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Ação coletiva e gratuita com a comunidade, em que cada pessoa deixa sua marca (tags) no mural, usando canetões e sprays, de modo a compor um painel coletivo de assinaturas e marcas. O material será fornecido pelo oficineiro, basta chegar e intervir.

Nesta data, os alunos do Prof. Rikardo Dias irão apresentar seus trabalhos do semestre 2019/1 no Saguão do Centro Municipal de Cultura.

BATE-PAPO – Mulheres Nos Acervos: a presença da produção artística feminina nas coleções públicas de arte de Porto Alegre

17h30 às 18h30.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Sala Álvaro Moreyra

Mulheres Nos Acervos é uma pesquisa colaborativa, que consiste na coleta, análise e aprofundamento de dados sobre a presença de trabalhos artísticos de autoria feminina nas coleções públicas de arte da cidade de Porto Alegre.

Neste encontro, as pesquisadoras Cristina Barris, Marina Roncatto, Mel Ferrari e Nina Sanmartin irão apresentar os dados coletados nas Pinacotecas Aldo Locatelli e Ruben Berta,  com o intuito de questionar a simetria de gênero na arte do Rio Grande do Sul e fomentar dados para outras pesquisas sobre o tema.

PERFORMANCES

Entrada gratuita, não é necessário inscrição.

03/julho – quarta-feira

PERFORMANCE: Retrocine (Maíra Coelho)

19h30 às 20h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Saguão

A Oficina RetroCine, que compreende em estimular e provocar possibilidades plásticas, visuais, estéticas, narrativas ou não, por meio da luz e da sombra, tem como proposta de ação artística a utilização de retroprojetores e outros geradores de luz para a animação de objetos cotidianos, silhuetas e corpos em tempo real. Esta ação consiste em apresentar os trabalhos em processo dos participantes desta oficina, e traz a possibilidade de jogo e interação do público presente.

PERFORMANCE: Circuito de Performance PPPP – Atelier Livre

20h30

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Saguão

O Grupo de estudos do PPPP – Programa Público de Perfomance Península se encontra desde agosto de 2018, com vivências teórico-práticas com orientação da artista Andressa Cantergiani, no intuito de experimentar em laboratório, desenvolvendo projetos individuais e coletivos em contexto, além de investigar histórica e iconograficamente referências em diversas esferas da performance arte no campo das artes visuais. Para o 33º Festival, o grupo fará um circuito de ações, vídeos, fotos e instalação com a turma participante dos módulos 3 e 4 do PPPP (alguns participantes desde o primeiro módulo), que teve seu foco em performance, política e feminismos plurais / interseccionais.

Artistas participantes: Caroline Brito, Dani Amorim, Duan Kissonde, Helena Vargas, Marla Pritsch, Milene Tafra, Pâmela Costa, Nana Cortes, Francisco Fernandes, Roberta Vaz.

05/julho – sexta-feira

PERFORMANCE: Mayara Linhar – 64 porções

19h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Saguão

Como fazer um bom bolo? Minha avó sempre me disse que mulher tinha que saber cozinhar bem. Bem pro homem, conquistar pela barriga, sabe?

Creio que cheguei em uma receita satisfatória. Talvez até mesmo para ser compartilhada em revistas e jornais. Receitas de bolo são importantes.

Para aqueles de boa memória, uma receita de bolo tem muita história. No Brasil.

OFICINAS  

Inscrições com valor de R$ 50,00 por atividade.

01/julho – segunda-feira

Clau Paranhos – Criação de Bonecas Feias

14h às 17h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Oficina de criação de Bonecas Feias, com tecidos, sucatas e materiais diversos e seminário teórico com prática de atelier. A arte e o lúdico, com base em artistas e pensadores, como forma de questionar e resistir aos padrões culturais do corpo para viver uma vida plena – e divertida.

As Oficinas de Bonecas Feias são vivências de grupo/ações artísticas/happenings que vem sendo realizadas desde 2016 com públicos de diversas idades e em locais variados, nas quais Clau Paranhos propõe a criação de bonecos de forma espontânea e intuitiva. Através das oficinas, a artista e educadora analisa e explora as possibilidades do tema e, simultaneamente, oportuniza que os participantes possam desenvolver sua própria linguagem e expressão pessoal. Para tanto, provoca diálogos sobre a cultura visual e a ludicidade desse objeto que venham a suscitar uma vontade e disponibilidade de produzir. Brincar é a primeira relação da criança com o mundo. Por imitarem seres, sejam pessoas ou animais, bonecos são brinquedos emocionais, que convidam à introspecção, onde exercitamos o cuidado de si e do outro.  As Bonecas Feias, em sua singularidade, estimulariam a abertura desses participantes para seus próprios anseios? Não ter a obrigação de acertar, de “fazer bonito”, traz em si a liberdade de produzir sem receitas sabendo que a própria produção é relevante? A Oficina aberta propõe um ambiente de reflexão e criação coletiva onde a artista estará disponível a esse diálogo, através de conversas e de momentos de produção que resultarão num substrato imprevisível.

Durante a atividade as alunas e alunos do curso de Bonecas Feias em 2019/1 irão apresentar os seus trabalhos ao público.

Guadalupe Rausch: Oficina de Desenhança

14h às 16h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Sala Álvaro Moreyra

Na oficina, direcionada para crianças e adultos juntos, os participantes podem desfrutar de proposições que exploram os limites e atravessamentos entre a dança e o desenho. São diversas proposições que utilizam basicamente papel em dimensões grandes e outros materiais para o participante experimentar desafios corporais, ressignificando a dança e o desenho, e se expressando através delas, refrescando o olhar e o corpo, numa atmosfera de jogo, brincadeira, cooperação, e consequentemente de alegria.  

Público alvo: crianças de 4 a 12 anos, mães, pais ou adultos responsáveis.

Vilma Sonaglio – Mobgrafia – Fotografia com Celular

09h às 12h e das 14h às 17h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

A oficina é essencialmente prática e introdutória sobre a Mobgrafia (fotografia com celular) seus princípios e procedimentos, como compor melhor sua foto, os princípios de iluminação e o melhor aproveitamento da luz para tornar sua fotografia ainda melhor. O aluno aprenderá também sobre aplicativos de tratamento de imagens.

De 01 a 02 de julho as alunas e alunos do curso de Fotografia em 2019/1 irão apresentar os seus trabalhos ao público no Saguão do Centro Municipal de Cultura..

01/02 e 05 julho – segunda-feira, terça-feira e sexta-feira

Maria Luciana Firpo: Memória Fotográfica – Cerâmica + Gravura

14h às 17h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

A oficina é um desdobramento do curso Cerâmica + Gravura que aborda diversos processo de transferências de imagem na cerâmica. No Festival propõe-se a construção coletiva de um mural incorporando um dos processos de transferências de imagens digitais às placas cerâmicas. O tema a desenvolver será debatido e escolhido pelo grupo. Será um trabalho coletivo, construindo e compondo uma imagem que será transferida às placas cerâmicas do mural, desde a criação da imagem até a transferência – criando assim uma memória, impressa no mural, deste encontro coletivo.

A foto na cerâmica é um sistema de impressão adaptado com procedimentos da cerâmica que aporta um discurso artístico amplo e multidisciplinar na união de diferentes processos analógicos e digitais.

03 e 04/ julho – quarta-feira e quinta-feira

Mayra Redin – Oficina do sonho – anotação, escrita e colagem (com participação de Artesania dos Dias)

14h às 16h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Esta oficina de anotação terá como material de escrita os próprios sonhos trazidos pelos participantes. Junto a estes elementos, serão construídas pequenas narrativas a partir de exercícios que fazem uso das ideias de montagem e colagem. O sonho, composto por imagens, ao ser compartilhado em um grupo faz-se através de palavras, num exercício de tradução. Neste exercício, além da composição com imagens do presente que nos atravessa, também serão colocadas em cena memórias singulares. Decompor, compor, montar, recortar, colar, serão operações para a construir algo acordados a partir de um material tanto estranho, quanto familiar: o sonho.

Após a oficina, no dia 03 de julho, também ocorrerá o lançamento da publicação Da Janela para Dentro, produzida pelos alunos do curso Imagem e Palavra nas Construções Narrativas de 2019/1.

02, 03 e 04/julho – terça-feira, quarta-feira e quinta-feira

Gilberto Menegaz – Produção de Painéis Cerâmicos

19h às 22h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Esta oficina, tem por finalidade proporcionar aos participantes uma visão ampliada das possibilidades de construção de módulos cerâmicos em atelier, através do uso de fôrmas de gesso e placas, bem como o uso de engobes e esmaltes para revestimentos decorativos de painéis cerâmicos.

03/julho – quarta-feira

OFICINA: Guadalupe Rausch: Jam de Desenhança

Inscrições gratuitas

20h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Sala Álvaro Moreyra

Jam, uma sigla emprestada do jazz (Jazz After Midnight), significa um momento de livre improvisação coletiva. Na jam de desenhança o participante pode experienciar um momento sublime de escuta e criação coletiva. Grandes dimensões de parede e chão são forradas de papel, há materiais de desenho disponíveis. Crianças e adultos são convidados a se mover e desenhar à vontade e o único limite é a borda da folha gigante de papel. O desafio é ouvir o seu corpo, experimentar caminhos corporais diferentes, numa atmosfera de jogo, brincadeira, convivência e possibilidade de estar presentes juntos em dança e em desenho. Ao mesmo tempo são embalados pela música, também improvisada e em escuta com o grupo, de músicos convidados. Acontecerá uma performance inicial para abrir a jam.

Público alvo: adultos e crianças de todas idades.

03 e 04/julho – quarta-feira e quinta-feira

Claudia Hamerski – Confluências: um olhar sobre processos de desenho – Leitura de portfólio orientada com audiência dos participantes.

14h às 18h e das 19h às 22h

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

A oficina, dividida em 04 aulas ao longo de dois dias, tem como objetivo auxiliar artistas e criadores na área das Artes Visuais a desenvolver um olhar crítico sobre sua produção, de forma individual e coletiva. O trabalho inicia com a leitura de portfólio orientada com audiência dos participantes, passando pelo acompanhamento dos processos individuais, a orientação para estruturação de carreira como artista (portfólio, site, material sobre o mercado da arte, circulação e estruturação de processos), e termina com visitas à ateliê e/ou conversa com artista convidado.

Público alvo: artistas e criadores (inscrição com seleção de portfólios).

04/julho – quinta-feira

Cylene Dallegrave: Gravura Alternativa com E.V.A.

14h às 17h.

Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues

Atelier Livre

Oficina com recorte e colagem de E.V.A sobre placas de madeira compensada. A técnica pode ser considerada uma introdução à xilogravura, uma vez que simula o efeito do entalhe no taco da madeira. É uma experiência rápida e de simples execução, que facilita a compreensão dos conceitos de espelhamento e de desenho “positivo” e “negativo”, próprios da gravura.

06-07/agosto

PERFORMANCE: Cinema ao vivo – Nuno Ramos

20h – sessões ocorrem durante 24h até o dia 08 de agosto.

Cinemateca Capitólio Petrobrás

“Cinema ao vivo” é um projeto, concebido pelo artista visual Nuno Ramos (1960), que parte de um paradoxo – unir o elemento teatral à fantasmagoria fílmica, dando presença cênica a um ator de um filme, unindo-os diante do público.

Convidamos a atriz Helena Ignez (1942) para que, durante algumas sessões ao longo de 24 horas, possa conviver com uma produção que ela estrelou, Copacabana Mon Amour, de Rogério Sganzela, 1970. A atriz poderá comer, sentar, descansar, não fazer nada. Poderá repetir as falas. Poderá gritar, pedir para sair dali. Poderá aplaudir. Vaiar. Sua própria existência desloca o todo o sentido do filme, atualizando e abrindo  o que tinha se tornado definitivo na edição do filme.

O público assistirá a um filme “acompanhado” por seu protagonista, observando aquele produto de luz e som fundido paradoxalmente à cena ao vivo. Este protagonista, por sua vez, terá a oportunidade de “acertar as contas” com um filme que marcou profundamente a sua carreira.

08/agosto

PALESTRA: Cinema ao vivo – Nuno Ramos e Helena Ignez

14h.

PUCRS

Serviço:

33º Festival de Arte da Cidade de Porto Alegre

De 28 de junho a 05 de julho e de 06 a 08 de agosto de 2019

Uma realização da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Secretaria Municipal de Cultura, Coordenação de Artes Plásticas e  Atelier Livre Xico Stockinger.

Apoio Cultural: PUCRS / Delfos – Espaço de Documentação e Memória Cultural

Apoio: Algo Mais, Via Collor e Maison Forestier

Apoio Institucional: AAPIPA e BIENAL DO MERCOSUL

Mais informações: https://atelierlivre.wordpress.com






Arte Fashion Revolution no Atelier Livre

  • Mais de 30 artistas transformaram resíduos da indústria têxtil em arte para mostrar que na moda, e na vida, “não existe o fora”.
  • Exposição fica de 7 a 26 de maio no Espaço Alternativo, do Atelier Livre, em Porto Alegre.

A exposição “Não existe fora” estará, de 7 a 26 de maio, no Espaço Alternativo, do Atelier Livre Xico Stockinger da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Essa exposição fez parte das atividades do Fashion Revolution, em Porto Alegre, movimento que mobiliza mais de 100 países e mais de 50 cidades em todo Brasil com diversas atividades gratuitas. Só uma confecção de Porto Alegre descarta mensalmente 18 toneladas de resíduo têxtil que vão acabar em aterros. Para dar um novo destino a parte desse material, mais de 30 artistas gaúchos transformaram esses descartes em arte. Os artistas, que participaram individualmente e de forma coletiva, foram convidados a lançar suas interpretações sobre a revolução da moda com o tema “Não existe fora”.

O movimento Fashion Revolution foi criado há 6 anos após uma tragédia em Bangladesh, o desabamento do Rana Plaza, no dia 24 de abril de 2013, com 1.125 mortos, a maioria mulheres que produziam roupas para grandes marcas mundiais.

No dia 20 de abril, que marcou o Fashion Revolution Day, as obras estiveram no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo. Depois da temporada no Atelier Livre, a exposição segue para a Casa de Cultura Demosthenes Gonzales, em Cachoeirinha, onde ficará de 27 de maio a 28 de junho de 2019.

Artistas: Lúcia Guaspari e Marinelsa Geyer; AGEL/Mangélica Estivallet; Fernanda Capra e artesãs da cultura, Laís R. C.; Katia Rezer Menger; Kattia Raup; coletivo  TransFormArte; Lurdes Fel; Thaís Menna; Coletivo nós do fio e convidados.

SERVIÇO:

Abertura: 07 de maio, 18h00.

Visitação: de 08 a 26 de maio de 2019, das 09h00 às 18h00

Local: Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues, Atelier Livre, Espaço Alternativo. Avenida Erico Verissimo, 307, no Bairro Menino Deus.

Contato: (51) 3289.8058

A entrada é franca.